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Aqui estamos o Padre Daniel, Luisinho e eu (Padre Irala),
mandando o primeiro alô diário OPA NAC 32.
Hoje, 14 de janeiro, aniversário de Marilu, que sempre fazia esta página, em sua homenagem, a primeira postagem do diário do Nacional

“E o vento comoveu os alicerces da casa onde se encontravam os discípulos”
(Atos 2, 2)

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O OPA missionário será feito na localidade de Perus e Morro Doce. Os dois vizinhos da Vila Gonzaga, separados pela Via Anhanguera, SP.

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Assim era a estação do Trem em Perús em 1898

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Hoje, essa foto mostra os lutadores/as que batalharam para Perus ser o que é.

Dia 8 de janeiro, 16 pessoas do OPA-SAO se deslocaram ao Morro Doce para fazer um congraçamento prévio com as pessoas que nos receberiam em Missão. Missão é uma forma de dizer que nós estamos “abrindo” o OPA, para ele não ser apenas “pra dentro” e sim projetado para mais pessoas, mais ambientes, fazendo ponte entre oração, cultura e arte.
“O que falei aos seus ouvidos, proclamem-no de cima dos telhados”

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Foto dos líderes da Paróquia Nossa Sra das Graças em Morro Doce.

Trabalhamos como sempre no OPA. Aqui estão Carol e Maria orando com dança.
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Aspecto do bairro de Perus, do outro lado da Via Anhanguera, onde se localiza a Paróquia São Jose

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Grupo da Paróquia São Jose no dia do Congraçamento.

Amanhã continuaremos informando neste mesmo lugar.

Para ajudar no subsídio do encontro Nacional de 2011, o OPA de SP criou a rifa de 1 final de semana em Campos do Jordão.
CamposJordao1 1

Apenas 20 reais!
Compre e colabore.
contato: hermindosilvajunior@gmail.com

Ajude também divulgando. Encaminhe aos seus amigos o link do nosso Blog.

O OPA Agradece!

Olá Gente Boa!

Espero que esteja tudo bem com todos!
Escrevo para, mais uma vez, trazer algumas informações sobre o Nacional!
Dessa vez quero falar com vocês sobre algumas das peculiaridades que nosso encontro de 2011 terá…
Como muitos já devem saber, o Encontro Nacional de 2011 será um OPA-Missão e terá isso como seu tema principal.

Mas o que é um OPA-Missão?
E como que um encontro terá como tema o próprio encontro?

Ao longo deste texto tentarei responder estas perguntas…

O encontro nacional que se aproxima será diferente dos outros, pois trará consigo o apelo da missão o que, inevitavelmente, inverterá o seu vetor orientador. Antes, estávamos acostumados a fazer o OPA para dentro. Agora, com a inversão do vetor, faremos um encontro voltado para fora. Mas o que isso significa?

Isso significa que o 32ª encontro nacional será o OPA que explode, que transborda e vai ao encontro de pessoas e comunidades que nunca teriam acesso a isso de outra forma. Vínculos serão fortalecidos e criados, mas em um processo novo, um processo que, diferentemente de anos anteriores, não será mais do OPA ao redor de si mesmo, mas do OPA que sai da sua realidade e da sua zona de conforto para buscar novos rumos.

Esse novo conceito de encontro trará algumas transformações na estrutura do OPA nacional. Em anos anteriores, antes do início do encontro propriamente dito, estávamos acostumados a fazer dois dias de turismo. Em 2011, no lugar dos dois dias de turismo tradicional, seremos convidados a fazer dois dias de inserção na realidade de uma comunidade próxima a nossa casa de encontros, a comunidade de Perus. Lá ouviremos a história da comunidade e tentaremos conhecê-la retratando, em conjunto com seus membros e de maneira artística, a realidade na qual estaremos nos inserindo.

Em seguida, retornaremos para o nosso modelo mais tradicional de encontro, mas seremos convidados a refletir diariamente sobre nossa missão como indivíduos e, principalmente, sobre a dimensão missionária da oração por meio da arte, daí a necessidade de termos OPA-Missão como nosso tema.

Temos uma missão como Cristãos que rezam através da arte?
Essa missão é individual ou coletiva?
Comunicação, integração e criatividade podem ser sozinhas uma missão?

Se tentei responder aquelas duas perguntas iniciais com esse e-mail, podem ter certeza que essas três últimas eu não me arrisco a responder sozinha não. Esses três questionamentos são apenas alguns que podem surgir de uma reflexão sobre a temática do OPA-Missão…

O grito de largada foi dado! Vamos começar a conversar sobre isso?

Quero aproveitar esse e-mail para reforçar o convite para o nosso encontro nacional!

Só pra lembrar:
Quando? Onde? Quanto?

O Encontro Nacional 2011 se realizará entre os dias 14 e 23 de janeiro, em São Paulo, na Vila Gonzaga!

A princípio, o valor do encontro está em R$ 600,00, mas ainda estamos trabalhando muito para reduzir esse custo…

Como se inscrever?

Clique aqui para baixar a ficha de inscrição.

Para se inscrever, basta enviá-la preenchida para a Catarina.
O e-mail dela é: teo-menezes@uol.com.br

Como pagar?

É só realizar um depósito na conta descrita abaixo. Quem receberá os pagamentos é a Aline.

Dados da conta:

Banco Bradesco
Número do banco – 237
Nome: Aline Maria Terrassi Leitão
Agência: 1432
Conta: 37614-0
CPF: 283441088-70

IMPORTANTE!
O valor do encontro poderá ser parcelado em quantas vezes for possível até a data do evento. Isso significa:

Novembro – R$ 200,00
Dezembro – R$ 200,00
Janeiro – R$ 200,00

MAIS IMPORTANTE AINDA!
Todo pagamento tem que ser seguido de um e-mail de identificação de depósito para a Aline. O endereço dela é: alinemtl@hotmail.com

É isso minha gente…
Sei que é tudo um tanto novo, logo, qualquer dúvida é só perguntar!

Sintam-se, mais uma vez, individualmente convidados e ansiosamente aguardados!

Beijos enormes!
Marcela

O início do último plenário do 31º Encontro Nacional foi com a música “Beldade não tem idade”, sobre as jurássicas do OPA. Depois tivemos uma oração sobre a chegada de Inácio (na barriga) com uma oração em powerpoint e a música “Nascido” no final. Para finalizar tivemos o teatro, uma peça de 50 minutos em que os personagens principais entram na tela de um computador e fazem parte de um vídeo game. Em cada etapa do jogo, eles passam em locais e situações diferentes de nossa realidade e cotidiano. Muito original: cenário, roteiro, músicas. A peça faz-nos refletir sobre a realidade social, e o nosso papel, terminando com um chamado para fazermos diferente e não destruirmos o nosso “balão”. Este foi o refrão da música que finalizamos cantando: “Somos agentes de transformação/somente a gente pode recriar o mundo/somos andantes em missão/ A resistência, a voz, o canto profundo/vários seguindo em comunhão/sonhando com a integração dos nossos novos e todos juntos dando as mãos e construindo sempre horizontes novos”.

Depois tivemos a avaliação. Definimos que Brasília sediará o OPA Sudeste de 2010 e o OPA Rio ajudará a organizar. E São Paulo será a sede do próximo Nacional, em Janeiro de 2011. Tivemos a missa, quando recebemos parentes, amigos. E encerramos o encontro com gostinho de quero mais. Hora da despedida, de voltar para a casa e recomeçar nosso cotidiano. E de repensar o nosso estar no mundo. (Relatórios de Carlinha Ferreira)

Iniciamos o dia cantando canções em homenagem a Nossa Senhora da Luz (padroeira da Igreja da Pituba, onde o OPA participa), cuja novena festiva começa hoje: “Mãe da luz” e “Ave Maria das crianças”. Clarinha fez a dança de “Clama Deus” e Fábio Gesteira apresentou uma música que fez em homenagem ao pai (Gesteira, que nos deixou, mas ainda está presente entre nós!), lindíssima. Depois Giuseppe, escultor italiano que também está hospedado na casa a serviço da Diocese de Propriá, apresentou algumas obras dele em Roma. Depois ensaiamos a música da Comunhão da missa em forró.

De tarde tivemos duas músicas novas, três danças e uma apresentação de Naty e Léo (SSA) que fizeram desenhos no paint, projetado no telão, seguindo imagens de sombras que eram projetadas. O plenário da noite começou com o grupo de Lisane que apresentou uma música deles sobre felicidade enquanto fotos de pessoas do OPA sorrindo eram projetadas. Depois Laura fez uma dança de uma música instrumental feita por Catarina e Vítor. Depois mais fotos nos lembraram da presença dos equatorianos e do texto de Padre Juan sobre saudade. Maria fez a dança de “Com-viver”.Marilu, toda de branco com a ajuda de um lençol branco que refletia fotos de pessoas e família do OPA, fez a expressão de “Amizade”, música de Gabriel e Rodrigo. A única luz era do projetor e ficou um efeito bem legal. Os gestos expressaram o sentido da amizade entremeando com sinais do sagrado (tão presente no meio de nós).

Hime apresentou uma animação em cima da música da estrela do céu e do mar, de Digão e Marcelle. Muito legal. O cenário se passava no espaço sideral, entre cometas e estrelas. Depois a galera do ROPA apresentou uma confecção original inspirada em São Francisco de Assis. A coleção de blusas foi apresentada num desfile e leiloada ao final. Tivemos ainda duas novas música e a “Carta para quem virá”, uma projeção de fotos de jurássicos com comentários humorísticos sobre quem era quem e o quê estavam fazendo. PC, Luisinho, Ângela, Cris e outras figuras “mil” anos atrás, fechando com humor as orações. Depois, fizemos a pausa inaciana de forma coletiva.

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Laura em performance solo. Foto: Geraldo Cintra

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A dança dos meninos. Foto: Padre Irala sj

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Galera do ROPA finalizando a coleção São Francisco. Foto: Pe. Irala sj

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Grupo de dança em ação. Foto: Pe.Irala sj

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Expressão da música Com-viver. Foto: Pe. Irala sj

Após passarmos mais músicas do folheto do Nacional, Clarinha e Bebel dançaram “Novo Tempo” (Maria Célia, mesmo ausente, presente!). Depois mais três músicas novas da missa em forró, de entrada, saída e Abraço da Paz, o que acabou fazendo do plenário um arraial. De tarde, mais músicas: “Cristo é presente e realidade”, “Rosas para perfumar” e “Aleluia” em forró. Lucas Lopes leu uma poesia.

A noite começou com uma oração que misturou teatro, dança e multimídia. Nanda Lucas e Cora dançaram no chão e todos subiram na cadeira para verem melhor. A oração foi marcada pelas palavras “Alma”, “Além”, “Além da Alma” e “Deus”, mesclando um texto que falava sobre inverter a lógica, olhar para si, buscar o chamado e ‘ir além’, apostar – na voz de Diogo e Carlinha (eu mesma), entre estrofes da música “Com-viver”. Gabriel e Rodrigo Moraes apresentaram a música “Amizade”, uma espécie de mantra, que transmite uma paz, uma calma, como é uma amizade verdadeira, estável, eterna. Depois, Marcelle (esposa de Hime) virou tela de pintura de Irmã Juju num trabalho muito original, tendo uma música de fundo e que fechou num texto sobre o artista, que é semelhante a Deus, que a todos ama, abraça. E questionava: a sua arte inspira e acaba com uma petição: Pai eu só queria herdar uma gota do que é a sua arte, a minha arte é ser sua aprendiz.

A última oração da noite foi um teatro que iniciou com uma dança em cima daquela música do “Canção das crianças (Cd Meninando –“Eu vi a estrela paquerando o cometa…”). Por acaso, foi uma comédia à parte, pois misturou jurássicos (do tipo Ângela) e mais jovens, e eles mexiam o rabinho (lembrando o diabo, que, depois, com a peça, entenderíamos!). A peça se passou numa festa de noivado e abordou situações do cotidiano em que o mal pode se fazer presente em nossas vidas, sutil, cor de rosa mesmo (lembrando a palestra de Padre Mané) e que a nós cabe discernir.

Não tivemos pausa inaciana, mas o encerramento do dia ficou por conta de uma gravação de um clip, que montou no plenário um cenário de lual, mea-luz, velas, todos sentados no chão e gravando a música “Quem sabe se dar”.

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Gravação no lual à noite. Fotos (todas): Geraldo Cintra

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Clarinha e Bebel dançam “Clama Deus”

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Irmã Juliana e sua tela “viva” (Marcelle Tartas)

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Teatro da noite

Nosso dia ontem começou cheio de emoções. A missa foi logo após o café da manhã- dessa vez em homenagem a Santa Inês. Foi a despedida dos equatorianos, que nos deixou ainda de manhã. A despedida teve um sabor especial. Tudo a ver com o texto que Padre Juan leu na Ação de Graças que falava sobre saudade, sobre sentir a presença da ausência e a ausência da presença. Não tivemos plenário, foi tempo livre, deu tempo dos adolescentes recarregarem as energias das emoções da despedida. Aliás, este encontro é dos adolescentes, maior população presente neste OPA.

O plenário da tarde iniciou com mais músicas novas: “Na beirinha do Altar”, música de ofertório em forró; Caminhos e Horizontes, canção que descreve uma viagem de trem, cuja melodia parece que estamos dentro do próprio trem e “Meu artista”, que nos rendeu uma ressonância sobre o que fazemos, o que sentimos diante do que fazemos. E saiu esta frase de Mc Luhan: “Quando criamos, a única novidade é o híbrido”.

Mas o ponto alto do dia foi a noite mesmo (ô! Tivemos bastante tempo durante a tarde já que a missa foi de manhã, né?). Iniciamos o plenário do lado de fora, na salinha que margeia o varandão do refeitório (para quem conhece… aquela do lado de onde fica o povo de artes plásticas). Foi apresentado um teatro que mexeu com nossos sentidos seguindo um texto de Marilu, que falava sobre a presença de Deus no cheiro das flores, nos sons da natureza, inspirado em passagens da bíblia que falam dos sentidos. Fizemos o percurso ao redor do varandão do refeitório no escuro. Incrível o perfume daquelas plantas, que – como comentado na ressonância – passava até então despercebido por nós. Sons de passarinhos, cachorros e outros produzidos pelo grupo de teatro, que saíam do jardim central nos deram a sensação de estarmos numa … “floresta”.

Depois, o coral feminino nos levou à oração cantando uma música feita por Dinho em cima de uma letra de Renata Vilela sobre Zilda Arns. Umas 20 mulheres, de todas as gerações. “Inspiração” é o nome de outra nova canção com a qual rezamos acompanhando uma dança, cujos gestos lembravam o entrelaçar, os laços que fazemos com os amigos. A dança, inclusive, deu uma parada num momento e as meninas (ala teen) lembraram de momentos de amizade. O refrão da música coloca em destaque o termo “amizade com inspiração”.

Uma dança colocou um clima meio esotérico, de mea-luz e luzes “de discoteca” girando pelo espaço, com movimentos rápidos, explorando bem a área do plenário, com momentos de expressão em dupla, trio e grupo, dando uma ideia de confusão. Foi em cima da música “Conviver”. Uma apresentação misturando dança, teatro, recursos multimídia, computação gráfica, música, jogo de cores e luzes, intitulada “As faces da alma”, encerrou a série de orações. Todos vestiam branco e as formas, figuras geométricas projetadas na parede pareciam compor o corpo das pessoas. Às vezes, as figuras serviam como “holofote” para focalizar os atores, que recitaram um texto de Sandra Mouta. Na hora da música (também nova) as letras subiam pelo corpo das pessoas para formar as estrofes. Os efeitos da animação foram super interessantes, assim como a tecnologia utilizada.

Os “palhaços” Patati e Patata (Lucas e Leo – SSA) animaram os últimos momentos do plenário. E finalizamos o dia com a pausa inaciana, em grupos.

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Apresentação mistura computação e dança. Foto: Geraldo Cintra

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Os palhações Patati e Patata. Foto: Geraldo Cintra

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Dança: amizade com inspiração. Foto: Geraldo Cintra

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Coral feminino. Foto: Hime

Passamos as músicas “Herança” e “O que importa”, que foi coreografada pelo pessoal do grupo de dança, numa performance bem “colorida” e alegre.

De Tarde, Padre Irala apresentou a música “Sacerdócio”, um samba “híbrido” como ele mesmo classificou, muito apropriada para utilizarmos em nossas paróquias neste Ano Sacerdotal. Depois o pessoal de São Paulo nos mostrou um mix das orações feitas no OPA São Luis. Músicas, danças, pérolas! Em seguida ensaiamos as canções da missa, que foi em homenagem a São Sebastião (Dia de São Sebastião), comandada pelo povo do Rio e bem no estilo carioca: repleta de sambinhas! Todos vestimos a cor do santo (vermelho) e a celebração foi na área externa (ao lado do casarão), em pleno por do sol. Um momento bem especial e… se me permitem a licença… Inácio se mexeu pela primeira vez na barriga (digo… pela primeira vez perceptível!)! Assistindo ao sermão de Irala.

De noite recebemos a visita do pessoal de Salvador que não está fazendo OPA e dos 4 membros do Grupo Cantares que participaram do Auto de Natal 2009. A noite foi toda dedicada ao auto, praticamente, que, sinceramente, foi uma oração linda. Alegre, cheia de movimentos, bonita, colocando a história do Natal na ótica de São José. Muitos, que ainda não conheciam, demonstraram o encantamento. Antes os paraguaios apresentaram duas canções e uma oração com fotografias e frases refletindo em cima das paisagens de Salvador ‘capturadas’ durante o Turismo. E Digão e Marcelle (SP) apresentaram uma música linda que fala da estrela do céu que se transforma em estrela do mar. Me desculpem, não tive tempo de pegar o nome da música (fico devendo para o próximo relatório, ok!), mas estimula a imaginação. A canção faz suscitar imagens e tem um “ar” meio infantil.

O final da noite, que acabou bem tarde, foi com a Pausa Inaciana. Só que dessa vez, após a explicação feita por Digão, nos reunimos em grupos e partilhamos. A partilha tornou este momento muito enriquecedor para todos, pois pudemos falar do nosso dia, dos marcos de Deus, pedir perdão, agradecer, juntos. Dividimos nosso universo pessoal com o outro. Fechamos com chave de ouro.

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Missa em homenagem a São Sebastião. Foto: Adriana Mofreita

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Equatorianos em clima de despedida posam com Irala. Foto: Adriana Mofreita

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Dança com cores e estripulias no plenário da manhã. Foto: Pe. Irala

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Trabalhando e criando. Foto: Renata Léa

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Irmã Juju em ação. Foto: Renata Léa

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Participação de Padre Mané

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Padre Juan na missa “internacional”

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Nosso irmão do Equador com a mão na massa

Obs.: Fotos de Geraldo

Bem, não só respondendo a pergunta de Lucas, o resultado foi o seguinte:
1º – n. 10 (Hime) – 29 votos
2º – n. 11 (Lucas, Laura e Dandara) – 20 votos
3º – n. 01 (Renata Villela) – 13 votos
4º – n. 09 (Dimas SP) – 12 votos
5º – n. 02 (Gilney) – 07 votos
6º – n. 06 (Luisinho) – 03 votos
7º – n. 04 (Luisinho) e 07 (Dimas) – 02 votos
8º – n. 05 (Dimas) e 08 (Luisinho) – 1 voto

Grande abraço e novamente, obrigado a todos pela participação!
Luisinho
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